Como estragar um paraíso – Parte II: Kho Phi Phi, Tailandia!

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by on Outubro 18, 2013 at 3:12 pm

IMG_7063baixa Bife esteve aqui há uns 11 anos atrás, imediatamente após o filme “A Praia” ter estreado no cinema. Ainda se respirava o ar de ilha deserta e paraíso perdido… Seus habitantes ainda sorriam com todos os dentes para os turistas aventureiros que começaram a explorar o lugar. Provavelmente naquela época ainda dava para sentir o cheiro da mata e das flores…

Nossa chegada na tão esperada ilha de Phi Phi não foi lá das melhores! Debaixo de uma chuva torrencial já começamos a sentir o cheiro no ar…, não mais das flores e sim de um esgoto podre que parecia nos acompanhar por todos os cantos! Ruas alagadas, lixo e mais lixo no chão somados à uma “TPM” das brabas me fez odiar Phi Phi Don à primeira vista! E pra piorar tudo o povo que já foi um dos mais simpáticos do mundo anda hoje em dia de cara amarrada e não movem um dedo mais para te ajudar!

Barco para Phi Phi Lee com uma baita picada de abelha no rosto!

Barco para Phi Phi Lee com uma baita picada de abelha no rosto!

 

 

 

 

A vila de Phi Phi tem noites em alto volume de música e gente indo e vindo e por isso optamos por um hotel um pouco mais afastado! Jamais imaginamos que choveria tanto pois já estamos no fim da “wet season”! Mas para nossa sorte o dia da chegada foi também o último das chuvas e pudemos na manhã seguinte fazer o passeio de barco até as famosas Phi Phi Lee e Maya Bay, essas sim de encantar qualquer um! Para não ser injusta com Phi Phi Don, do view point ela é linda também pois o cheiro ruim e a destruição causada pelo turismo em massa ficam lá em baixo bem distante dos nossos 5 sentidos!

Phi Phi Don do View Point

Phi Phi Don do View Point

Bife no long tail boat: clássico na costa Andaman

Bife no long tail boat: clássico na costa Andaman

A ilha de Phi Phi Lee realmente é inacreditável de bonita e (“UFA”) não tem hotéis nem bares, nem lixo algum! Tem é um milhão de turistas e barcos chegando por dia o que dificulta para os que querem tentar imitar o Di Caprio nadando sós, acompanhados apenas por aquele lindo silêncio e paisagem! A água azul clarinha, calma e transparente é cercada por dois rochedos enormes nas laterais que parecem estar alí de propósito escondendo o mundo lá fora e protegendo o paraíso! Não estava dando para os barcos chegarem até a praia, precisamos nadar um pedaço e para os que não tinham este dote ou os mais idosos foi impossível!

A inacreditável água de Phi Phi

A inacreditável água de Phi Phi

 

 

 

 

 

 

 

 

A famosa Maya Bay, do filme "A Praia"

A famosa Maya Bay, do filme “A Praia”

 

O passeio é maravilhoso e até hoje, a paisagem que vi foi a mais linda de todas que já tive o prazer de estar! Bife diz que não tem nada como o Caribe em se tratando de beleza do mar mas o que faz a Tailândia ser a preferida até o momento é o seu contexto geral! E nesse contexto cabe todos os gostos e todos os bolsos! O melhor custo-benefício do mundo deixando para trás a cara Grécia, a linda Bali que sem um carro nada seria pois os deslocamentos são difíceis e Filipinas com seus tufões!

 

Maya Bay, Phi Phi Lee

Maya Bay, Phi Phi Lee

 

 

 

 

O tsunami destruiu Phi Phi há uns anos atrás…, nada restou! Placas dizem onda grande, lugar alto! Essa é a única chance de sobreviver! Só mesmo muita massagem tailandesa para distanciar nosso pensamento das desgraças e felizmente nenhum alerta nos assustou e seguimos até a outra praia que escolhemos dentre tantas opções tão atraentes quanto: Railay Beach!

Tup Island, passeio de barco de Railay.

Tup Island, passeio de barco de Railay.

 

 

 

 

 

Railay Beach, Krabi

Railay Beach, Krabi

 

 

 

Transparência de Tup Island

Transparência de Tup Island

 

 

 

 

 

 

 

Railay é beeeem mais rústica e fez mais a nossa cabeça até porque a fama de Phi Phi empurrou os preços lá pra cima, desproporcionalmente ao serviço oferecido! Os hotéis são caros para o que são o que em Railay não acontece (ainda!). Tão paradisíaca quanto, seria nossa indicação para casais e famílias como sede e ponto de partida para explorar a costa Andaman. Claro que para os solteiros e festeiros, Phi Phi Don ainda é a melhor opção! Puket e Krabi ficam para os afortunados que podem pagar um Ritz ou Sheraton e não vivem sem um mínimo de glamour!

Adoramos a paz, beleza e simplicidade de Railay e o por do sol visto de Phranang Beach! Odiei a picada de abelha que tomei bem no rosto perto do olho e que, médica que sou, logo achei que viraria uma celulite de face e meningite! Exagerada…!!!!!

Por do sol em Phranang Beach

Por do sol em Phranang Beach

 

 

De lá sai barco para outras ilhas e praias como a Tup Island e Bamboo Beach, ambas indescritíveis! Em Railay não existe pier, salta-se do barco no mar e com água que pode chegar à raíz da coxa na maré alta e portanto não é recomendado trazer malas grandes até porque a maioria dos imprestáveis barqueiros tailandeses não ajudam em nada! Minha mãe teve dificuldade com o barco e olha que ela ainda nem entrou na casa dos 60… De Railay dá para ir até Phi Phi Lee e faríamos isso da próxima vez pulando Phi Phi Don.

Lugar mágico: Phranang Beach!

Lugar mágico: Phranang Beach!

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Das ilhas a Bangkok…, da Tailandia para Bali para enfim reunirmos a família Lorena! Brother e cunhada já estão por lá curtindo as ondas de Uluwatu e os warungs de fim de tarde! Solta uma Bintang bem gelada aí que estamos chegando!!!

 

 

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in Asia, Tailandia

Agora sim: a Bangkok de tudo e de todos!!!

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by on Outubro 12, 2013 at 7:05 am

 

A emoção do reencontro

A emoção do reencontro

 

Os guardiões do Grand Palace

Os guardiões do Grand Palace

Chororôs e abraços à parte, recebemos minha mãe no aeroporto que não apenas saiu no lugar certo como se virou muito bem sozinha no vôo de Bali pra Bangkok! Era nossa segunda vez no mesmo hotel e nos sentimos em casa! Malas no quarto e pés na Khao San Road, começamos a conhecer Bangkok e já no primeiro dia tentaram nos extorquir algumas vezes! Ensinamos as malandragens pra D. Márcia que estava quase pagando o preço inicialmente dado pelo motorista do tuk tuk sem negociar e ela ficou impressionada em como os preços finais por aqui são menos do que a metade dos preços iniciais!!!

Grand Palace

Grand Palace

 

 

 

 

 

 

 

Terra de tudo pois é possível encontrar pelas ruas qualquer coisa que você queira! Falsificações perfeitas de marcas mundiais famosas como mochilas da North Face, bermudas da Billabong, bolsas Louis Vuitton, Prada e etc… Fazem na hora e vendem diplomas de Harvard, carteirinhas de estudante, carteira de motorista, de Dive Master do PADI (mergulho) e até de deficiente físico ou diabético!!! Tudo à luz do dia e à mostra!

Terra de todos pois desde os tempos mais remotos onde a costa era usada para o comércio entre navegadores de diferentes países, Bangkok e a Tailândia recebem por ano um número absurdo de turistas estrangeiros dos 4 cantos do planeta! Ficamos no reduto dos mochileiros e minha mãe era a única por lá com malas de rodinhas! Não foi à toa que era chamada de “mama” por onde passava!

 

Wat Phra e Grand Palace

Wat Phra e Grand Palace

Bangkok é famosa mundialmente por ser “a cidade onde tudo acontece”! O ritmo é frenético e foi aqui que o inventor do Red Bull tirou sua idéia! Parece que os motoristas dos tuk-tuks tomavam uma bebida feita com estimulantes caseiros para ficarem “ligados” no trânsito caótico de Bangkok e foi tudo que o empresário austríaco precisou para ficar milionário! Quem nunca bebeu acaba caindo nas graças de uma Chang ou uma Singha (cervejas locais), quem nunca fez uma tatuagem acaba se empolgando com os vários tatuadores oferecendo seus serviços, o turismo sexual é conhecidíssimo e o que não falta é gringo velho branquelo com suas “namoradinhas” tailandesas! Muitos nem percebem a diferença entre as meninas que já foram meninos (“lady-boys”) pois o travesti na Tailândia é quase uma mulher perfeita já que por natureza o homem asiático é pequeno, esmirradinho e sem muitos cabelos!!!

 

O grande Budha deitado

O grande Budha deitado

Levamos a minha mãe no Patpong market que é “A” feira noturna das falsificações circundada por casas de show das mulheres conhecidas por fazerem milagres com seus buracos e cavidades…  Jogam na platéia bolinhas de ping pong e pepinos, estouram bolas com dardos, apagam velas…, tudo com seus dotes pompoarísticos!!! Ou melhor dizendo: pompoartísticos!!! Saímos logo após quase sermos atingidos por um pepino voador! Ecaaaaa…

Como Londres, a Tailandia ainda vive uma monarquia até hoje e o respeito ao Rei é unânime, contrastando com o lado “Bad Boy” de Bangkok bem mostrado no filme “Se beber não case”. Fomos no cinema na parte nova da cidade antes da minha mãe chegar onde ficam os hotéis e restaurantes de luxo, shoppings bizarros e arranha-céus. Foi engraçado quando após o trailer e antes de começar o filme, começou a tocar uma música e todos levantaram de suas cadeiras! Não entendemos nada mas levantamos também até o gringo que estava sentado do nosso lado explicar que aquilo acontecia sempre e era um minuto de silêncio dedicado ao Rei!  Tem foto da família real espalhada por todo canto como os Aiatolás no Iran!

 

 

O mercado flutuante

O mercado flutuante

No dia seguinte visitamos o Floating market que é um mercado nos canais do rio onde cada vendedor sai com seus produtos dentro do barco e cada comprador sai com seu barco por entre os deles…, uma confusão só de frutas, comidas, turistas e souvenirs! Dá para combinar com um passeio de elefante, visita aos tigres tailandeses ou aos encantadores de cobra!

A vontade de ir logo para as ilhas é grande quando vemos as fotos dos cartões postais mas não dá para perder os templos de Bangkok como o Grand Palace, Wat Prha, Wat Pho e Wat Arum! São muito bonitos e um deles guarda um dos mais impressionantes e maiores Budhas deitados do mundo, todo folheado a ouro!

 

Passeio de elefante

Passeio de elefante

Preferimos fazer com a minha mãe o lado de Koh Phi Phi já que acaba sendo a escolha da maioria que só tem tempo para uma das costas (esq ou dir). Tudo por causa do filme…, tudo por causa do Di Caprio nadando em Maya Bay… Tudo que acabou destruindo mais um dos lindos paraísos naturais intocados pelo homem… Fico pensando se daqui há 30 anos sobrará algum para a futura geração de mochileiros…!!!

O Templo do Budha de esmeralda

O Templo do Budha de esmeralda

in Asia, Tailandia

A emoção do reencontro: Mãe, seja benvinda a Tailândia!!!

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by on Outubro 4, 2013 at 6:55 pm

 

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Família embarcando para nos encontrar!

  Chegou o dia tão esperado da viagem e tão contado no relógio! Ansiedade, saudade e emoções à flor da pele não me deixaram dormir nos últimos dias. Pela primeira vez em 35 anos vou reencontrar minha mãe e irmão depois de tanto tempo longe. Não, nunca nos separamos. Uma ou outra semana de viagem curta…, uma ou outra semana corrida de trabalho e só! Com o sentimento de uma filha prestes a ser buscada em seu primeiro dia de aula vou pegá-la no aeroporto em seu primeiro dia de viagem, com a mesma preocupação de uma mãe… Será que vai dar tudo certo? Será que vai chover? Será que ela vai gostar do hotel? Será que ela vai acertar a saída do aeroporto?  Será que eu esqueci de lembrá-la de alguma coisa?
Aí comecei a perceber que realmente estou ficando velha apesar de fingir não acreditar no Bife quando ele achou meus primeiros cabelos brancos uns meses atrás. Chega um momento das nossas vidas que começamos a nos preocupar mais com nossos pais do que eles com a gente… Meu irmão e cunha ficam em Bali e nos encontraremos por lá em 10 dias!
Completando 9 meses de estrada e longe da rotina e correria do dia a dia consegui ter uma percepção muito melhor de algumas coisas que a falta de tempo não nos deixa enxergar. A primeira delas é o pouco tempo que resta para nos dedicarmos às pessoas mais importantes das nossas vidas! Quantas vezes deixei de atender o telefone de um amigo ou até mesmo da minha mãe porque estava atolada de trabalho ou correndo entre um hospital e outro, pulando de plantão em plantão? Só no fim da semana percebia ao olhar ligações antigas no celular que deixei de retornar várias… Quantos amigos tão queridos deixei de ver porque moram longe e não conseguia encaixar um horário no meu mês (ou ano…) para visitá-los?
Há milhas e milhas distante tenho conseguido este ano falar com minha mãe todos os dias (santo inventor do Skype), lembrar de todos os aniversários, falar com amigos com mais frequência que eles se falam morando na mesma cidade, ler todos os livros que estavam na fila há tempos e ainda escrever sobre tudo isso!
Amo meu trabalho e só o Bife sabe como sinto falta dele mas amo a vida além de tudo, amo tudo o que ainda tenho para conhecer e aprender e sou grata a mim mesma por ter feito a escolha mais acertada de todas: “abraçar o mundo com as pernas!”
Revendo há pouco tempo a entrevista sensacional no Jô de um professor de ética de São Paulo, entendi a explicação que ele deu sobre o que é felicidade: “Felicidade é o momento que não queremos que acabe”. Quais foram os seus e o que você faz para que eles sejam frequentes?
Sem dúvida o dia de hoje vai ficar marcado para sempre como um desses momentos: estar na Tailândia, no meio de uma viagem de volta ao mundo com o melhor dos parceiros e receber a ilustre visita das pessoas mais importantes da minha vida? Não tem preço. Até o maior símbolo capitalista, o cartão de crédito, concorda que as melhores coisas da vida não podemos comprar!
Te receberei, mãe, de braços abertos, de sorriso entre orelhas, de coração acelerado e com a maior saudade que já senti! Espero um dia conseguir retribuir tudo o que você merece, tudo que me ensinou e tudo o que me tornei!
Sai do aeroporto no lugar certo que estarei logo alí, atrás da porta! A mesma filha por fora mas uma grande “metamorfose ambulante” por dentro! Sábio Raul.
in Asia, Tailandia

Ilhas do lado leste ou oeste? Como escolher? Tailândia.

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by on Setembro 11, 2013 at 10:48 am

 

Ko Tao - Tailandia

Ko Tao – Tailandia

Pergunta difícil mas resposta fácil: o lado que você for vai ser tão maravilhoso quanto o outro! Não tem erro exceto se desavisadamente você chegar em época de monções ou no meio de uma Full Moon Party caso seu objetivo não seja esse! Olhar a previsão do tempo é regra antes de partir para qualquer ilha! Aliás, antes de partir para qualquer destino! A diferença básica entre as ilhas é o tipo de turismo que você procura!

No lado leste, resorts e restaurantes mais glamurosos estão em Ko Samui, galera jovem, festa todo dia e praias a serem descobertas em Ko Phangan e beleza roots com ar de ilha deserta em Ko Tao. Mergulho…, entre Ko Tao e Ko Phangan e orquídeas em todas as ilhas! Já no lado oeste a estrela é Phi Phi, ilha onde foi filmado “A Praia” com Leonardo Di Caprio. Suas águas verdes claras cristalinas dominam a paisagem junto com as rochas gigantes. Com a multidão de barcos e excursões estilo “CVC” (= mó galera por metro quadrado) que chegam em Phi Phi Lee todo dia (teoricamente a ilha do filme), a cena já não é tão bonita mas continua imperdível! Não vamos à Pukhet mas muitos disseram que nada perderemos! Trocaremos Pukhet por Krabi, na costa por indicação de outros viajantes como sendo a nova estrela!

View Point: vista mais linda que já vi na vida! Ko Tao - Ko Nayngnan

View Point: vista mais linda que já vi na vida! Ko Tao – Ko Nayngnan

 

Partimos tristes de Ko Phangan mas o bom da Tailândia é isso: o próximo passo será tão incrível quando o que você deixou pra trás e KoTao não decepcionou! A ilha mais roots do lado oeste apareceu para nós depois de 1:30 de ferry e do lindo pier seguimos para nosso bungalow com uma das vistas mais bonitas que já vi!

Ficamos em Chalok Baan Kao e da nossa praia fizemos um passeio de barco ao redor da ilha para conhecer as outras praias! Em Ko Tao é melhor fazer a volta por água do que por terra pois o barco para nos melhores picos para snorkeling, o que é tão incrível quanto um mergulho de cilindro dada a visibilidade absurda da água! Claro que o cilindro não se compara e foi como fechamos nossos 3 dias de relax total! Dá vontade de vir de vez, pra morar! Vou ficar escrevendo e escrevendo mais e não vou chegar nem perto de uma descrição perfeita! Pena que a Tailândia fica tão longe de nós brasileiros…

A vista do nosso bungalow em Ko Tao

A vista do nosso bungalow em Ko Tao

 

 

A piscina do hotel: nem 50 dólares!!!

A piscina do hotel: nem 50 dólares!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltando para Bangkok de passagem, aproveitei para fazer meu curso de culinária enquanto Bife fazia sua massagem tailandesa e meu dia foi maravilhoso! Começamos com uma visita à feira e tentei gravar todos aqueles temperos, folhas e vegetais novos que não temos no Brasil! Só de beterraba eles tem 4 tipos diferentes! Dominam os pratos o capim-limão, gengibre, cogumelos, pimenta (claro), curry verde, vermelho e amarelo, o tamarindo e o leite de coco. Este último feito à mão, ou melhor, espremido “às mãos”! Naturalíssimo! Com ajuda do nosso chef gay figurassa, meus pratos ficaram muito bons! Espero conseguir repetir o que fiz: sopa tai, Pad tai e frango ao curry verde com arroz de jasmim.

 

Ko Tao: paraíso dos mergulhadores

Ko Tao: paraíso dos mergulhadores

Bife já não teve a mesma sorte e sofreu na dura massagem tailandesa onde as mulheres usam o peso do corpo para literalmente massacrar o músculo! Ganhou uma baita dor nas costas depois… Devia ter deixado ele pedir a massagem com “happy-end” onde ao final ganha-se de brinde uma massagem nas “partes de baixo”… Mundo “muderno”…

Deixarei para falar do turismo sexual e transexual quando voltarmos a Tailândia com a minha mãe pois a levaremos no Pat Pong, local em Bangkok onde se vê de tudo e mais um pouco tipo a Red Street Light de Amsterdan…

As cores de Ko Tao: BELO...hã?

As cores de Ko Tao: BELO…hã?

 

Vistos prontos e seguindo viagem: Myanmar nos espera!!! Só fomos felizinhos pois sabemos que em breve vamos voltar!!!

 

 

 

 

 

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Curso de culinária tailandesa em Bangkok

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Ingredientes do Pad Thai

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Fogões: Onde fiz meu primeiro frango no curry verde com leite de coco

in Asia, Tailandia

Definição de paraíso? Tailândia.

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by on Setembro 7, 2013 at 4:20 pm

 

Sawasdee: Olá em Tailandês

Sawasdee: Olá em Tailandês

Se há mesmo vida após a morte, que seja aqui e amém! O cenário bem diante de nós impossível de descrever ou mostrar em fotos e vídeos por melhor que seja o fotógrafo é inacreditável de lindo, relaxante e apaixonante! O destino perfeito para absolutamente todas as pessoas de todas as idades e gostos, exceto (claro) os “praia-aversos”. Terra mãe dos mochileiros, a Tailândia consegue ser tudo isso e muito mais, por muito menos do que a maioria imagina! Hotéis de revista chique por preço de panfleto de esquina! Comida excepcional e cerveja local boa e sempre gelada por uma bagatela! Ilhas e mais ilhas a serem exploradas cada uma mais encantadora e florida que a outra e um mar que nos faz sorrir mesmo que ainda boquiabertos e tontos de tanta cor e transparência!

Praia de Hat Rin: Ko Phangan. Primeira parada no paraíso!

Praia de Hat Rin: Ko Phangan. Primeira parada no paraíso!

 

 

 

 

Pessoas jovens, bonitas e bronzeadas do mundo todo vem prestar sua homenagem e muitos não conseguem ir embora. Perambulam de bar em bar e de praia em praia entre ambientes alucinantes e alucinógenos se a andança for em época de lua cheia onde as “Full Moon Parties” vão até o sol nascer em frente à praia e regadas a muitos “buckets”. Estes são baldinhos vendidos em barraquinhas com combinações das mais diversas e gelo. Tem pra todo gosto desde a clássica vodka com Red Bull até o típico Mai Tai: rum com suco de laranja e lima mais xarope de amêndoa! Divino! Nós quase não conseguimos sair da primeira ilha e olha que já é a quarta vez do Bife por estas bandas…  

Os que querem tranquilidade.Tem pra todos os gostos!

Os que querem tranquilidade.Tem pra todos os gostos!

 

Cactus bar na praia de Hat Rin: lugar da noitada!

Cactus bar na praia de Hat Rin: lugar da noitada!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os famosos "buckets" por 5 dólares

Os famosos “buckets” por 5 dólares

Ah…, e a língua comum no meio de tantos viajantes de tantos cantos do mundo não sai da boca e sim dos pés: nossas queridas sandálias Havaianas! “Legítimas” ou falsificadas, sem exceção, todas têm nossas bandeirinhas que andam pra lá e pra cá mas ficam de fora quando seus donos entram em algum lugar! Deixar os sapatos ao entrar e algum ambiente é um hábito local seguido à risca!

A porta do paraíso não é tão calma e muito menos celestial: a famosa Bangkok! Eternizada pelo filme “Se beber não case”, diria que o nome em inglês vem mais a calhar: “Hangover”! Principalmente se você andar à noite pelos bares e hotéis da KhaoSan Road, rua onde se hospedam todos os mochileiros que entre uma Chang e uma Singha (cervejas locais) trocam olhares, e-mails e quem sabe destinos…

 

Em Bakgkok ou na ilhas: scooter!

Em Bakgkok ou na ilhas: scooter!

Por Bangkok chegamos mas guardamos essa cidade incrível para conhecer com a minha mãe que nos visitará em breve. Após exatos 10 minutos em uma agência de viagem tailandesa já estávamos com tudo resolvido para o próximo mês: dois vistos (Myanmar e Vietnã), passagem de trem combinada com ônibus para o porto e ferry para as ilhas, vôos de ida e volta para os países vizinhos e fotos novas tiradas. É impressionante a agilidade e competência das agências e agentes e paga-se por isso uma comissão irrisória! Vale a pena poupar o estresse até mesmo para o mochileiro mais mão de vaca!

 

A paz e o agito de Ko Phangan.

A paz e o agito de Ko Phangan.

  Deixamos os templos e a doideira de Bangkok para a volta e fomos direto para o lado leste da Tailândia: ilha de Phangan ou Ko Phangan! A viagem é longa para quem não quer gastar com o vôo direto (como nós) mas o destino final vale cada minuto! A jornada começa com um taxi para a estação de trem que dependendo do trânsito de Bangkok pode durar minutos ou horas. Continua com 12 a 13 horas em um trem noturno, depois mais 2 horas em um ônibus que te leva até o porto onde por fim você pega um ferry de mais 3 horas para a ilha! Como dá para dormir no trem não chegamos tão cansados em Ko Phangan e o visual da chegada não te faz querer dormir nem por um segundo!

 

Praias e picos irados: paraísos perdidos e achados! Ko Phangan.

Praias e picos irados: paraísos perdidos e achados! Ko Phangan.

 

 

Hotéis maravilhosos por excelentes preços

Hotéis maravilhosos por excelentes preços

Depois do Iran resolvemos nos dar de presente um bom hotel e escolhemos a praia de Hat Rin onde rola um voleizinho de fim de tarde sensacional! Matamos todas as nossas saudades do volei de praia!!! Apesar dos preços baratos não caímos na tentação de ficar em um bungalow de frente para a praia pois nela o som rola alto e até tarde. Depois do sucesso da Full Moon, os donos de bar  e barraquinhas inventaram as: “Half Moon Party, Black Moon Party e se bobear a “No Moon Party”…, o que significa: FESTA todo dia!

Mas os hotéis da praia  de trás ficam a 5-10 minutos da praia principal e são silenciosos e tão bons quanto! Ficamos em um da rede Best Western e mostrando as fotos todos vão imediatamente comparar com o preço de um hotel na região dos lagos ou nordeste do Brasil e vão achar que somos milionários! Só que aqui na Tailandia tudo é tão barato que um hotel na praia, com café da manhã, academia, spa e piscina infinita enorme não sai por mais de 50 dólares o casal! E por metade disso dá para achar lugares mais simples mas não menos incríveis!

Bungalows de frente para praia são mais roots e mais baratos, acreditam?

Bungalows de frente para praia são mais roots e mais baratos, acreditam?

 

Em todas as ilhas vale a pena alugar uma scooter ou um taxi-boat e dar uma explorada pois acha-se cada praia alucinante e uma mais paradisíaca que a outra! Fora os hotéis irados e barzinhos que vemos pelo caminho! Em Ko Phangan as mais lindas praias ficam à noroeste da ilha e Hat Salad foi escolhida por nós como a mais bela.

Assim fomos ficando e ficando e ficando mais… As três noites iniciais planejadas em Ko Phangan viraram 5 com desejo de 7 mas ainda tínhamos Koh Tao para conhecer…

 

 

Palavras do Lonely Plantet: "o infame Chicken Corner". Sanduíches para a ressaca!

Palavras do Lonely Plantet: “o infame Chicken Corner”. Sanduíches para a ressaca!

 

É impressionante como tudo que é bom passa rápido!!!

Sem mais por ora...

Sem mais por hora…

 

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