Into the (wonderful) wild: Nova Zelândia.

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by on Novembro 20, 2013 at 11:23 am

 

Parece pintura... Queenstown para Glenorchy.

Parece pintura… Queenstown para Glenorchy.

Society…, hope you’re not lonely without “US”!!!

  Alguém na vida já te pediu para fechar os olhos, esquecer o mundo “lá fora” e pensar em uma paisagem muito bonita, calma e relaxante? Adicione agora a este lugar montanhas de cumes nevados, lagos enormes espelhados de tão calmos e um silêncio gritante? Mas calma…, não relaxe tanto assim pois é exatamente este cenário que abriga os esportes mais radicais do mundo!!!

Foto do facebook SEM edição!!! Shotover River.

Foto do facebook SEM edição!!! Shotover River.

 

 

 

 

 

 Queenstown, cidade na ilha sul da Nova Zelândia, parece ter saído de uma pintura e não foi à toa que seus arredores foram escolhidos para a gravação do épico “Senhor dos Anéis”. Quem não lembra dos lindos lugares por onde andou Frodo??? Esses Hobbits eram uns felizardos de morar aqui!

 

Queenstown do topo!

Queenstown do topo!

A cidade fica na beira de um enorme lago azul que reflete os lindos fiordes e as  montanhas de pinheiros, é cercada por uma vegetação verde muito viva e flores amarelas, muito amarelas!!! E além de tudo isso é super charmosa nas suas construções! Bares, cafés, casas e hotéis simpáticos fazem nossa estadia ser ainda melhor! Ah…, sem falar nas ovelhinhas…! Um milhão delas habitam os enormes campos e fazendas que cercam Queenstown, escolhida pela rainha para ter o seu nome! Esperta rainha britânica!

Sem palavras...

Sem palavras…

 

 

 

 

 

 

Jetboat pelos lindos canyons! Queenstown.

Jetboat pelos lindos canyons! Queenstown.

 Tudo devia ser bem calmo e pacato até que um belo fulano neozelandês em um belo dia de sol resolve se tacar da Torre Eiffel com uma corda elástica amarrada no pé. Pronto, criou-se um dos esportes mais radicais apavorantes de todos: o Bungee Jump! Posso falar com propriedade pois há uns anos atrás, na viagem que fizemos pela África, me taquei também de uma ponte no Zimbabwe de 111 metros de altura em cima de um rio cheio de crocodilos… PRA NUNCA MAIS!!! Esse mesmo Bungee rompeu uns dois meses depois com uma australiana que caiu no rio e por sorte não morreu! Ficamos com um trauma pro resto da vida (ela e eu…).

 

 Por essas e outras deixamos de lado o Bungee mas não faltou opção para colocar no lugar pois com o passar dos anos Queenstown acabou virando a capital mundial dos esportes radicais! É de enlouquecer o número de coisas que inventaram para você gastar as suas preciosas economias seja no céu, na terra ou no mar! Jetboating, pêndulo humano, tirolesa, rafting, vôo cênico, montain bike, mergulho, trekkings diversos, rock climbing, paraquedas, paragliding e por aí vai…

 

 

Jetboat e o 360 graus.

Jetboat e o 360 graus.

 

Fazendas, fiordes e ovelhas! NZ.

Fazendas, fiordes e ovelhas! NZ.

 

As excursões e as atividades são todas caríssimas e o custo de vida também não é barato o que acabou limitando um pouco nossas opções. Escolhemos o jetboating pelos canyons que é bem típico daqui e passa por um dos rios mais bonitos do país! É tipo uma lancha com bancos para até 15 pessoas só que com velocidade muito maior que a do jet sky e pilotos doidos mas muito habilidosos! Dão vários 360 graus na água e passam rente aos estreitos corredores de rochas e curvas dos canyons! Emocionante!!!

Fora isso demos preferência para o que a Nova Zelândia tem de melhor: a natureza! Visitamos Milford Sound que é uma área linda cheia de fiordes e lagos. Só a estrada pra lá já vale o passeio pois tem mil paradas fotográficas alucinantes pelo caminho. Ao chegar uma lancha te leva pelo lago para a base das montanhas e cachoeiras até o mar da Tasmânia. Olhando pra cima dá para sentir na pele o quanto somos pequenos diante da natureza que engloba desde o Pacífico oceano até o Cabo das Tormentas, sopra uma brisa leve nas noites de Búzios e tufões de 315Km/h destruidores nas Filipinas, transforma as calmas águas da Tailândia em gigantescos tsunamis… Navegando por entre as montanhas damos o braço a torcer de que nós, humanos, não somos nada perto dela. E se um dia ela decidir que viraremos magrelos fósseis, assim será!!! Que demore uns milhões de anos…

Estrada para Milford Sound.

Estrada para Milford Sound.

 

Estrada para Glenorchy.

Estrada para Glenorchy.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 O trajeto do barco é bonito mas confesso que a estrada de Queenstown pra lá dá de mil e se o seu dinheiro foi para as cucuias com outras atividades, a nossa sugestão é alugar um carro e fazer tudo por conta própria! É muito fácil dirigir no país apesar da mão inglesa e ter o seu meio de transporte é o melhor jeito de viajar pela Nova Zelândia como um todo! As estradas são tão turísticas quanto as cidades e “que delícia” seria se tivéssemos tido tempo para alugar nosso próprio motorhome e dormir pelo caminho na beira de um lago olhando para as estrelas…

 

A autonomia de ficar por conta própria não tem preço! Carro alugado.

A autonomia de ficar por conta própria não tem preço! Carro alugado.

O nosso terceiro e último dia em Queenstown foi de carro alugado para explorar os arredores e mais uma estrada nos tirou o fôlego: a que vai em direção a Glenorchy! Ela beira todo o lago em lindos 50-60 Km que podem durar horas e horas se pararmos em todos os lugares merecedores de uma foto! Parece até que atravessamos um portal para uma terra encantada, pra depois do arco-íris, pra Terra do Nunca ou pro País das Maravilhas…

Um dos milhões de trekkings.

Um dos milhões de trekkings.

 

 

 

 

 

 

 E se o seu negócio é andar e andar benvindo ao paraíso dos trekkings! Vários estão classificados como dos mais bonitos do mundo e muitos duram alguns dias até a volta! Com tudo isso fica difícil optar e fácil querer voltar para fazer o que restou… Nada de camper van, nada de motorhome, nada de tempo sobrando, partimos foi de avião mesmo para Auckland! E se eu disser que um ano de viagem é pouco tempo sei que 99% de vocês vão querer nos matar mas por incrível que pareça…, É!!! Pronto, falei. Faltou muito o que conhecer na Nova Zelândia como vulcões, glaciares, praias e decidimos fazer uma segunda versão do Pack Your Bags após a aposentadoria. Espero estarmos com bastante saúde até lá! Já até achei o modelo para o meu próximo mochilão: Deuter, claro! Só um pouquinho maior…

Tá doido...!!!

Tá doido…!!!

 

 Próximo stop: ilha norte! Último antes de voar para um dos lugares em que sempre quis estar um dia: Hawai! Alooooooooooooohaaaaaaaaaaaaa!!!!!

Jetboating em Glenorchy.

Jetboating em Glenorchy.

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